Prova 3 · Qualidade, testes, depuração e desempenho
Parte V (cap. 20–26): qualidade, construção colaborativa, testes do desenvolvedor, depuração, refatoração, estratégias e técnicas de ajuste
Objetivas
0/20 respondidas1.
Uma empresa quer reduzir custos cortando revisões de código. Pelo princípio geral da qualidade, o provável efeito é:
2.
Por que o livro insiste em combinar várias técnicas de detecção de defeitos?
3.
Uma equipe recebeu como objetivo "minimizar memória" e outra "maximizar legibilidade". Pelo estudo de Weinberg:
4.
Numa inspeção formal, quem registra os defeitos encontrados?
5.
Qual prática o capítulo 21 desaconselha na programação em par?
6.
Por que o livro diz que testar mais, sozinho, não melhora a qualidade?
7.
Uma rotina tem 1
if, 1 for e 2 &&. Quantos casos mínimos pede o teste de base estruturada?8.
Um campo aceita quantidades de 1 a 99. Qual conjunto aplica bem a análise de limites e de dados inválidos?
9.
No teste de fluxo de dados, qual padrão indica provável defeito?
10.
Desenvolvedores costumam escrever testes que confirmam que o código funciona. Organizações maduras fazem cerca de:
11.
Qual é a ordem do método científico de depuração?
12.
Ao explicar o bug a um colega, o programador percebe a causa antes do colega dizer nada. Isso é:
13.
Um programador diz "deve ser bug do compilador" no primeiro erro estranho. O livro chama isso de:
14.
Qual situação não é refatoração no sentido do livro?
15.
Qual sinal (smell) é descrito como "uma rotina usa mais dados de outra classe do que da própria"?
16.
Qual prática torna a refatoração mais segura?
17.
Antes de ajustar código, qual é o primeiro passo recomendado?
18.
Um relatório demora 40 s; 38 s são consultas ao banco. Onde investir primeiro?
19.
Mover para fora do laço um
if cuja condição não muda durante o laço é chamado de:20.
Por que o capítulo 26 insiste em medir cada técnica de ajuste?
Dissertativas
autoavaliação · não entram na notaD1.
Descreva uma inspeção formal: papéis, etapas e o que a diferencia de um walk-through e de uma demonstração.
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Papéis: moderador (conduz), autor (explica quando preciso), revisores (apontam defeitos), escriba (registra); gerentes não participam. Etapas: planejamento, visão geral, preparação individual com checklists, reunião focada em detectar (não corrigir), relatório, retrabalho e acompanhamento, com dados coletados para melhorar o processo. Walk-through é informal e conduzido pelo autor; demonstração mostra o produto e não é revisão técnica.
D2.
Explique o método científico de depuração e três erros comuns de quem depura sem método.
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Estabilizar o erro (reproduzir de forma confiável), localizar a fonte (coletar dados, formar hipótese, testar a hipótese e repetir), corrigir entendendo a causa, testar a correção (com teste de unidade que expõe o defeito) e procurar erros parecidos. Erros comuns: adivinhar e mudar código ao acaso, consertar o sintoma em vez da causa, culpar o compilador (depuração supersticiosa), fazer várias mudanças de uma vez.
D3.
Apresente a abordagem do livro para desempenho: onde atuar antes do código, por que medir e como decidir se um ajuste fica.
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Desempenho é uma das dimensões da qualidade. Antes de ajustar código, considere requisitos, projeto, algoritmos e dados, interação com o sistema operacional, opções de compilador e hardware. Programe com bom projeto e só ajuste se houver problema. Meça, porque poucos pontos (Pareto) concentram o tempo e a intuição erra. Ajuste um ponto por vez, meça de novo e desfaça o que não melhorar, pois ajuste sem ganho só piora a legibilidade.